Portal da Igreja do Evangelho Quadrangular

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Publicado em 08/01/2018

Atualidades

Equipes de resgate tentam conter incêndio em petroleiro na costa da China

Corpo de um dos 32 tripulantes desaparecidos foi encontrado a bordo. Embarcação pegou fogo depois de colidir com navio que transportava grãos.


Chamas ainda atingiam petroleiro, que colidiu com navio de carga, na manhã desta segunda-feira (8) (Foto: CCTV via AP Video)


Equipes de resgate enfrentavam dificuldades para controlar as chamas em um navio petroleiro iraniano que pegou fogo na costa leste da China nesta segunda-feira (8), o 2º dia de um incêndio provocado por uma colisão com um navio de carga. O corpo de um dos 32 tripulantes desaparecidos foi encontrado a bordo.


Há uma crescente preocupação de que o petroleiro, que bateu em um navio que transportava grãos, no sábado (6) à noite no Mar da China Oriental, possa explodir e afundar, à medida que o fogo aumenta, de acordo com a oficial China Central Television (CCTV), citando especialistas da equipe de resgate.


O corpo de 1 dos 32 marinheiros a bordo da embarcação petroleira foi encontrado nesta segunda-feira, informaram autoridades iranianas e chinesas.


Potencial dano ambiental

Embora a extensão dos danos ambientais não sejam conhecidos até o momento, o desastre tem o potencial de ser o pior do tipo desde 1991, quando 260 mil toneladas de petróleo vazaram na costa angolana.


O Ministério de Transporte chinês não especificou a extensão da área contaminada, de acordo com a Efe. "Estamos tentando limpar os resíduos. Tentaremos conseguir mais informação sobre a causa do acidente", acrescentou o porta-voz chinês do ministério de Relações Exteriores em coletiva de imprensa em Pequim.


Por meio de um comunicado, a organização Greenpeace chamou a atenção para o "potencial dano ambiental" que pode ter sido ocasionado por este acidente.


"Estamos preocupados com o possível impacto ambiental que poderia ser causado pelo vazamento do navio que continha quase 42 milhões de galões de petróleo. Já está em marcha um procedimento de limpeza e supervisionaremos seu progresso", disse Rashid Kang, ativista da ONG.

g1.globo.com